* O presidente Lula defendeu o programa do submarino nuclear da Marinha em Iperó (SP).
Além de prometer R$ 1 bilhão em verbas, se disse a favor de mais usinas desse tipo no país.
(.Jornal do Brasil - Sinopse Radiobrás.)
* O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou ontem recursos para a conclusão do projeto nuclear da Marinha, dirigido à propulsão de um submarino, e à geração de energia comercial.
O projeto vai absorver R$ 130 milhões por ano, totalizando R$ 1,04 bilhão em oito anos.
Lula também reiterou que Angra 3 será concluída.
"Se for necessário construir mais, vamos construir".
(Gazeta Mercantil - Sinopse Radiobrás
quarta-feira, 11 de julho de 2007
quinta-feira, 28 de junho de 2007
MINSTRA DO MEIO AMBIENTE AMEAÇA NEGAR LICENÇA PARA USINA NUCLEAR ANGRA 3
* Segundo especialistas, sistema elétrico deverá dar sinais de vulnerabilidade em 2009.
Angra 3 ficará pronta em 2013.
(Estado de São Paulo - Sinopse Radiobrás - 27-06-07)
* Contrária à construção da recém-anunciada usina nuclear Angra 3, a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, lembrou que a obra precisará de licença ambiental, assim como as usinas projetadas para o Rio Madeira - as quais há 4 meses aguardam sinal verde.
(Estado de São Paulo - Sinopse Radiobrás - 27-06-07)
Angra 3 ficará pronta em 2013.
(Estado de São Paulo - Sinopse Radiobrás - 27-06-07)
* Contrária à construção da recém-anunciada usina nuclear Angra 3, a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, lembrou que a obra precisará de licença ambiental, assim como as usinas projetadas para o Rio Madeira - as quais há 4 meses aguardam sinal verde.
(Estado de São Paulo - Sinopse Radiobrás - 27-06-07)
quarta-feira, 13 de junho de 2007
PETRÓLEO: DEMANDA MUNDIAL PELO "OURO NEGRO" CRESCE MAIS QUE AS PREVISÕES
* Demanda mundial por petróleo cresce acima do previsto, alerta AIE.
(Correio Brasiliense - Sinopse Radiobrás)
(Correio Brasiliense - Sinopse Radiobrás)
quinta-feira, 31 de maio de 2007
IBAMA PODERÁ SE REABILITAR, HOJE, DA FAMA DE "ENTRAVADOR" DO PROGRESSO
* A licença prévia para as Hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio, no Rio Madeira, poderá sair hoje, prazo fixado pela ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff.
Caso isso se confirme, haverá tempo para que o governo faça a licitação da usina Jirau em agosto. Os problemas ambientais teriam sido resolvidos com adaptações nos projetos.
Anteontem, executivos como Roger Agnelli, presidente da Vale do Rio Doce, se queixaram de indefinições sobre o fornecimento de energia elétrica a partir de 2012.
(O Estado de São Paulo - Sinopse Radiobrás)
Caso isso se confirme, haverá tempo para que o governo faça a licitação da usina Jirau em agosto. Os problemas ambientais teriam sido resolvidos com adaptações nos projetos.
Anteontem, executivos como Roger Agnelli, presidente da Vale do Rio Doce, se queixaram de indefinições sobre o fornecimento de energia elétrica a partir de 2012.
(O Estado de São Paulo - Sinopse Radiobrás)
sábado, 26 de maio de 2007
HIDROELÉTICAS DO RIO MADEIRA, EM RONDÔNIA, DEPENDENTES DO IBAMA
* O projeto das hidrelétricas do rio Madeira, em Rondônia, foi adaptado pelo consórcio Furnas-Odebrecht em documento submetido ao Ibama há uma semana, na tentativa de liberar a licença ambiental.
O destino de uma das mais importantes obras do PAC (Programa de Aceleração de Crescimento) deverá ser anunciado nos próximos dias.
(FOLHA DE SÃO PAULO - SINOPSE RADIOBRÁS - 25-05-07)
O destino de uma das mais importantes obras do PAC (Programa de Aceleração de Crescimento) deverá ser anunciado nos próximos dias.
(FOLHA DE SÃO PAULO - SINOPSE RADIOBRÁS - 25-05-07)
sexta-feira, 25 de maio de 2007
FONTES ALTERNATIVAS DE ENERGIA CAMINHAM A "PASSOS DE CÁGADO"
* Plano de energia alternativa alcança apenas 26% da meta
O Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia (Proinfa) caminha a passos lentos.
Criado no fim do governo Fernando Henrique, em abril de 2002, o programa completou cinco anos com apenas 26% de seu objetivo cumprido.
A meta original estabelecia que até 2006 haveria uma capacidade instalada de 3,3 mil MW em fontes eólicas, de pequenas centrais hidrelétricas (PCH) e de biomassa.
Até agora, a capacidade instalada atingiu apenas 860,6 MW.
O governo Lula estendeu o prazo para o cumprimento do objetivo até 2008 e ajustou o programa para evitar a concentração regional dos projetos. No desenho inicial, o Ceará ficaria com 95% das usinas eólicas, Minas Gerais, com a maioria das PCHs, e São Paulo, com as de biomassa.
"O processo demorou porque tivemos de aperfeiçoar a lei e as regras", diz Laura Porto, diretora do Departamento de Desenvolvimento Energético do Ministério das Minas e Energia e coordenadora do Proinfa.
Ela assegura que, agora, o programa vai deslanchar, com investimentos previstos de R$ 9 bilhões. Já existem quase 1 mil MW em construção e outros 600 MW engatilhados, informa Laura.
A meta original previa que os empreendimentos deveriam gerar 1.100 MW em cada uma das matrizes energéticas.
O setor de biomassa foi o que mais se aproximou das metas, com uma capacidade já instalada de 465,9 MW. As eólicas instalaram 208,3 MW e as PCHs, 186,4 MW.
Mas o interesse pelas pequenas centrais e pelas eólicas aumentou muito. "Todas as semanas recebemos visitas de investidores internacionais interessados no portfólio de PCHs", diz Nelson Siffert, chefe do Departamento de Energia Elétrica do BNDES, principal parceiro do Proinfa.
No caso das usinas eólicas, o programa começa a atrair empresas estrangeiras que fabricam equipamentos. A Argentina Impsa e a alemã Fuhrländer já estão iniciando operação no país.
Até agora, apenas a alemã Wobben Windpower, com sede em Sorocaba (SP), atuava na produção do equipamento completo, das pás às torres. O potencial eólico brasileiro é estimado em 143,4 gigawatts (GW), o equivalente a dez usinas de Itaipu.
(Valor Econômico - Sinopse Radiobrás)
O Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia (Proinfa) caminha a passos lentos.
Criado no fim do governo Fernando Henrique, em abril de 2002, o programa completou cinco anos com apenas 26% de seu objetivo cumprido.
A meta original estabelecia que até 2006 haveria uma capacidade instalada de 3,3 mil MW em fontes eólicas, de pequenas centrais hidrelétricas (PCH) e de biomassa.
Até agora, a capacidade instalada atingiu apenas 860,6 MW.
O governo Lula estendeu o prazo para o cumprimento do objetivo até 2008 e ajustou o programa para evitar a concentração regional dos projetos. No desenho inicial, o Ceará ficaria com 95% das usinas eólicas, Minas Gerais, com a maioria das PCHs, e São Paulo, com as de biomassa.
"O processo demorou porque tivemos de aperfeiçoar a lei e as regras", diz Laura Porto, diretora do Departamento de Desenvolvimento Energético do Ministério das Minas e Energia e coordenadora do Proinfa.
Ela assegura que, agora, o programa vai deslanchar, com investimentos previstos de R$ 9 bilhões. Já existem quase 1 mil MW em construção e outros 600 MW engatilhados, informa Laura.
A meta original previa que os empreendimentos deveriam gerar 1.100 MW em cada uma das matrizes energéticas.
O setor de biomassa foi o que mais se aproximou das metas, com uma capacidade já instalada de 465,9 MW. As eólicas instalaram 208,3 MW e as PCHs, 186,4 MW.
Mas o interesse pelas pequenas centrais e pelas eólicas aumentou muito. "Todas as semanas recebemos visitas de investidores internacionais interessados no portfólio de PCHs", diz Nelson Siffert, chefe do Departamento de Energia Elétrica do BNDES, principal parceiro do Proinfa.
No caso das usinas eólicas, o programa começa a atrair empresas estrangeiras que fabricam equipamentos. A Argentina Impsa e a alemã Fuhrländer já estão iniciando operação no país.
Até agora, apenas a alemã Wobben Windpower, com sede em Sorocaba (SP), atuava na produção do equipamento completo, das pás às torres. O potencial eólico brasileiro é estimado em 143,4 gigawatts (GW), o equivalente a dez usinas de Itaipu.
(Valor Econômico - Sinopse Radiobrás)
terça-feira, 22 de maio de 2007
ATRASO NO LICENCIAMENTO AMBIENTAL AUMENTA A DEPENDÊNCIA DE ENERGIA TERMOELÉTRICA
* Atrasos no licenciamento ambiental de hidrelétricas e falta de planejamento do governo, entre outros fatores, estão levando o país a uma dependência maior da energia termelétrica para continuar crescendo.
A partir de 2010, a previsão é de que 57% da energia produzida no país tenham fonte térmica.
Isso vai gerar uma poluição superior à emitida por toda a frota de veículos leves da Região Nordeste.
(O GLOBO - Sinopse Radiobrás)
A partir de 2010, a previsão é de que 57% da energia produzida no país tenham fonte térmica.
Isso vai gerar uma poluição superior à emitida por toda a frota de veículos leves da Região Nordeste.
(O GLOBO - Sinopse Radiobrás)
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