quarta-feira, 11 de junho de 2014

Maca Peruana, o que é, benefícios, tudo o que você quer saber

 

Olá, hoje vamos falar sobre a maca peruana, uma restauradora da libido e que funciona para melhorar até sua auto-estima.


 A planta Maca (Lepidium peruvianum – Lepidium meyenii) é uma erva medicinal também conhecida como Maca-Andina,Maca-Peruana, Peruvian Maca, Maca lepidium, Planta Maca, Maca Powder Maca Ginseng, dentre outros nomes populares. É uma planta que se assemelha a um nabo e cresce nas montanhas andinas do Peru. A raiz da planta é seca e utilizada em pó há mais de dois mil anos para combater a fadiga e agir como um estimulante sexual, apesar de que diretamente não age no sistema nervoso central. Não contém cafeína, como guaraná e café, por isso não afeta o sistema nervoso central.

A Maca-Andina é basicamente um alimento muito rico em nutrientes e é vendida como um suplemento nutricional. Recentemente, A planta ganhou popularidade como uma erva afrodisíaca para aumentar a libido, vigor e desejo sexual. A raiz é um alimento muito nutritivo, repleto de vitaminas, esteróis de plantas, muitos minerais essenciais, aminoácidos e gorduras saudáveis. Tradicionalmente, tem sido usada por proporcionar uma variedade de benefícios à saúde. Tanto homens como mulheres têm relatado aumento significativo no libido e desejo sexual, aumento de energia, vigor e sensação de bem-estar geral. Algumas mulheres relataram bons resultados para aliviar os sintomas da TPM e menopausa.

Além de melhorar a fertilidade, a Maca-Andina também parece possuir propriedades que estimulam a produção de hormônios pelo organismo. Isto a torna útil no tratamento de deficiências hormonais, sendo talvez a melhor alternativa natural para injetar hormônios externos no corpo.

Vários homens relataram ereções mais fortes e que ao mesmo tempo duravam por maiores períodos, melhorando o prazer sexual. No Peru, muitos homens e mulheres usam a planta para melhorarem a sua vida sexual. A erva está ficando cada vez mais popular em todo o mundo, particularmente nos os EUA, Europa e Japão como um suplemento dietético para reforçar a vitalidade.

Os conquistadores espanhóis, por recomendação dos nativos, começaram a utilizar a planta após perceberem que a reprodução de animais havia ficado abaixo da média nas montanhas. Após iniciarem o uso, constataram que a fertilidade dos animais aumentou após comerem a planta Maca. Recentemente a planta ganhou publicidade mundial após alguns estudos apontarem que a erva pode aumentar a resistência do sexo masculino durante o ato sexual.

A raiz da planta tem uma longa história de uso sem problemas de toxicidade. Ao contrário de ervas medicinais que podem ter vários efeitos negativos quando usadas indevidamente, esta não temtoxicidade conhecida, sem contar que faz parte da dieta diária de muitos peruanos nativos desde antes da chegada dos conquistados espanhóis. Pesquisadores concluíram que a planta não tem potencial de toxicidade, podendo considerar o seu uso a longo prazo como suplemento alimentar.

A erva não possui restrições de uso durante a gravidez. Na verdade, A Maca-Peruana mantém os níveis de progesterona alta e os hormônios em equilíbrio, o que é benéfico para uma mulher grávida que está em seu primeiro trimestre de gestação. A grande quantidade de sais minerais, aminoácidos e vitaminas na raiz também a tornam um suplemento pré-natal nutricional.

Alguns efeitos colaterais podem ocorrer ao iniciar o uso do pó de Maca Peruana, vez que podem ocorrer sintomas de desintoxicação, principalmente em pessoas acostumadas a consumir somente alimentos processados e cozidos. Pessoas com qualquer condição de doenças crônicas, doenças hepáticas (como insuficiência hepática, cirrose ou hepatite), doenças renais (como insuficiência renal) e alergias (alergias a alimentos, corantes e conservantes) só devem utilizar a maca com recomendação médica.

A dosagem da planta no fitoterápicos pode afetar a eficácia da erva. Os produtos à base da erva, principalmente os que são vendidos como estimulantes sexuais podem conter alguma combinação de diferentes ingredientes ativos, dos quais alguns podem não ser tão seguras. Se pode comprar a Maca-Peruana comumente em forma de cápsulas (Maca cápsulas) ou em pó (Maca em Pó).


MACA
« propriedades »

· AUMENTA O RENDIMENTO FÍSICO E MENTAL.
· REVITALIZA AS CÉLULAS CEREBRAIS FAVORECENDO O INTELECTO, A CONCENTRAÇÃO E A MEMÓRIA.
· DIMINUI O STRESS OCASIONADO PELOS EXCESSOS DA VIDA MODERNA E A ACUMULAÇÃO DE FADIGA.
· REACTIVA OS PROCESSOS METABÓLICOS CELULARES, FAVORECE A REVITALIZAÇÃO E A CAPACIDADE DE RECUPERAÇÃO DO ORGANISMO.
· FORTIFICA O SISTEMA ENDÓCRINO E ESTIMULA DE MODO NATURAL A PRODUÇÃO DE HORMONAS SEXUAIS FEMININAS E MASCULINAS (TESTOSTERONA E PROGESTERONA) O QUE MELHORA O LIBIDO, PERMITINDO ASSIM O COMBATE EFICAZ À DIMINUIÇÃO DO DESEJO, DA POTÊNCIA SEXUAL, BEM COMO OS EFEITOS NEGATIVOS DA MENOPAUSA.

A MACA NÃO É UM MEDICAMENTO
A raíz da Maca não é um medicamento; é um alimento nutritivo energetico e fortificante.
É fortemente recomendada para todos os estados de carência que necessitam de aportes suplementares de energia e de substâncias nutritivas: má nutrição, em todos os estados de cansaço, fadiga, astenia, perca de desejo sexual e desinteresse, por cansaço.
As mulheres e os homens de meia idade já notam grandes diferenças, com a toma diária de 2 a 3 colheres durante 3 meses, pelas melhorias evidentes no bem estar geral e afectivo.
As pessoas entre os 50 e 65 anos são os consumidores por excelência da Maca por diversas razões.
A Maca é um produto 100% natural, não tóxico, e sem qualquer efeito secundário indesejável.
A farinha de Maca pode ser misturada em pequenas quantidades(20 a 25 %) na confecção
de pão,bolos,na sopa,no leite e nos sumos de fruta.

A MACA é a alternativa 100% Natural ao Viagra !!

O SEGREDO DOS INCAS—RESISTÊNCIA FÍSICA E CONFORTO SEXUAL

Composição nutricional da parte comestível
por 100gr de matéria seca


CALORIAS ———————–302 cal
POTÁSSIO————————1.9 mg
MAGNESIO-----------------------73.3 mg
SÓDIO——————————26.6 mg
PROTEÍNAS———————–13.0 gr
FIBRAS——————–———3.0 gr
GORDURA-------------------------- 0.2 gr
CÁLCIO————————— 685 mg
FÓSFORO———————–---183.0 mg
FERRO————————–----34.8 mg
VITAMINA C ——————–-3।10 mg
VITAMINA B1——————–1.20 mg
VITAMINA B2——————–1.41 mg
VITAMINA B6——————–1.14 mg
VITAMINA B12—————–- 1.30 mg

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Proposta prevê estágio obrigatório para alunos de medicina no SUS
 
Mariana Tokarnia - Repórter da Agência Brasil Edição: Carolina Pimentel 
         
Os estudantes de medicina terão de fazer estágio obrigatório no Sistema Único de Saúde (SUS). O estágio será na atenção básica, em urgência e emergência, e corresponderá a pelo menos 30% da carga horária prevista para o internato da graduação. Além disso, os alunos passarão a cada dois anos por avaliação obrigatória e classificatória para programas de residência médica. Essas são algumas das mudanças curriculares apresentadas hoje (26) pelo Conselho Nacional de Educação (CNE).
No documento apresentado nesta quarta-feira, o CNE estabelece seis anos para a graduação, descartando as possibilidades apresentadas inicialmente pelo governo de que o curso tivesse a duração de oito anos.
A reformulação das diretrizes curriculares faz parte da Lei 12.871/2013, que instituiu o Programa Mais Médicos, no ano passado. O CNE ainda está recebendo as últimas sugestões e têm um mês para apresentar a
versão definitiva ao Ministério da Educação (MEC).  As diretrizes atuais foram definidas em 2001.
Pelas novas diretrizes, 35% da carga horária da graduação deverão ser voltadas à prática. Dessa carga, 30% serão no SUS. O restante da carga horária deverá incluir clínica médica, cirurgia, ginecologia-obstetrícia, pediatria, saúde coletiva e saúde mental. Quanto à avaliação dos alunos, será nacional, sob a responsabilidade do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
As diretrizes estipulam também uma maior articulação com a residência médica, que terá como prioridade o atendimento no SUS. A partir de 2018, a residência deverá ser universalizada, ofertada a todos os egressos de 2017.
Os cursos de medicina em funcionamento terão prazo de um ano para implementar as diretrizes às turmas abertas, após a publicação das mudanças. Os estudantes matriculados, antes da vigência das novas regras, poderão graduar-se conforme as diretrizes de 2001 ou optar pelas novas, dependendo da instituição.
A expectativa, com o Mais Médicos, é a abertura de 11.447 vagas em cursos de medicina até 2017 — sendo 3.615 em universidades federais e 7.832 em instituições particulares. Na residência, para a universalização, deverão ser ofertadas 12.372 novas vagas.
Presente na reunião de apresentação das diretrizes, a coordenadora-geral da Direção Executiva Nacional dos Estudantes de Medicina, Monique França, disse que falta detalhamento das novas propostas, como, por exemplo, de que forma as aulas práticas serão melhoradas, e que devem ser levadas em consideração as especificidades de cada região do país.
A estudante também fez críticas à avaliação nacional. Segundo ela, uma única prova para todo o país não irá abordar aspectos regionais, e, sendo obrigatória e pré-requisito para a residência, poderá prejudicar os estudantes e levar ao ranqueamento das instituições avaliadas. "As atuais diretrizes foram discutidas por quase uma década, essas em 180 dias", ressaltou, dizendo que poucas propostas dos estudantes foram acatadas.
As escolas de medicina também fizeram considerações sobre a avaliação dos estudantes. A presidenta da Associação Brasileira de Educação Médica (Abem), Janete Barbosa, destacou a importância das avaliações institucionais. "As especificidades das instituições devem ser levadas em conta. Isso é importante para que as escolas saibam onde se encontram mais fortes e mais frágeis e possam buscar apoio nesse sentido". Para Janete, o processo de implementação das novas diretrizes é "longo, estamos trabalhando com a formação, com valores".   
O pesquisador e professor de pós-graduação do Instituto Sírio-Libanês de Ensino e Pesquisa José Lúcio Machado comparou a avaliação ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) - usado como vestibular nacional para ingresso no ensino superior - e disse que considera a iniciativa um avanço na entrada para a residência médica.
O secretário de Educação Superior e presidente da Comissão Nacional de Residência Médica, Paulo Speller, acredita que o fato de os estudantes terem de permanecer mais tempo atendendo pelo SUS forçará o sistema a se preparar para receber os alunos e profissionais. "Será necessária a infraestrutura adequada para o cenário de prática. Só podemos expandir as vagas nos novos cursos se tivermos como base uma infraestrutura adequada", disse.
A criação de vagas nas particulares, que terão a maior parcela, por meio de editais foi alvo de
críticas das instituições privadas.
Atualmente, o Brasil tem uma média de 1,8 médico por mil habitantes. Com o Mais Médicos, o objetivo é chegar a 2,7 médicos por mil habitantes em 2026, além da distribuição desses profissionais por áreas com déficit de médicos.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Página de Edson Paim no Facebook

sábado, 4 de janeiro de 2014

sábado, 30 de novembro de 2013

Testosterona e a Vitamina D

  • De acordo com um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade Médica de Graz, na Áustria, aumentar os níveis de vitamina D no corpo pode ajudar a aumentar os níveis de testosterona dos homens e seu desejo sexual. O trabalho foi publicado no jornal científico Clinical Endocrinology.
  • "Homens que garantem que seu corpo é suficientemente abastecido com vitamina D estão fazendo bem para os seus níveis de testosterona e sua própria libido, entre outras coisas", disse Ad Brand do Fórum de Pesquisa da Luz Solar, baseado na Holanda"

    Os investigadores testaram os níveis de vitamina D e de testosterona de 2.299 homens ao longo de vários meses. Eles descobriram que, assim como os níveis de vitamina D, os níveis de testosterona chegaram ao máximo no verão e caiu durante o inverno. Eles também descobriram que homens que tinham ao menos 30 nanogramas de vitamina D em cada mililitro de sangue tinham os níveis mais altos de testosterona circulante.
    • Vitamina D promove a memória e a função cognitiva em idosos

    Definida como a habilidade de uma pessoa de processar pensamentos, a função cognitiva inclui a memória ea capacidade de aprender novas informações, bem como a fala e compreensão de leitura. O envelhecimento é conhecido por afetar a função cognitiva em muitas pessoas, resultando em perda de memória e dificuldade de pensar nas palavras certas, enquanto fala ou escreve. Mas e se a falta de vitamina D poderia ser o culpado que está causando ou contribuindo para o prejuízo do processo cognitivo em muitos idosos - e não simplesmente o envelhecimento por si só? Se for este o caso, existe a esperança de que o fornecimento adequado de vitamina D pode ajudar a manter a mente ágil e memória afiada.

    Pesquisa liderada pelo epidemiologista Katherine Tucker, com Jean Mayer USDA Human Nutrition Research Center on Aging (HNRCA), da Universidade Tufts em Boston, Massachusetts, e publicados em revistas de Gerontologia levanta esta possibilidade.

    Caminhos metabólicos da vitamina D foram encontrados no hipocampo e no cerebelo - áreas do cérebro envolvidas no planejamento, processamento e formação de novas memórias. Assim, parece uma falta de vitamina D pode atrapalhar os processos cognitivos.

    Em uma declaração à imprensa, os pesquisadores notaram que as pessoas idosas que necessitam de cuidados em casa tem um elevado risco de não obter quantidade suficiente de vitamina D devido à limitacao de sua exposição à luz solar. E, de fato, apenas 35 por cento dos idosos que fizeram parte da pesquisa apresentaram níveis suficientes de vitamina D em seu sangue. Aqueles idosos que tiveram quantidade adequada de vitamina D tiveram resultados muito melhores em testes cognitivos do que os das categorias deficiente e insuficiente de vitamina D, em particular as medidas de desempenho executivo, que incluiu a flexibilidade cognitiva, a complexidade da percepção e do raciocínio. As associações persistiram após tomar em consideração outras variáveis que também poderiam ter influenciado o desempenho em testes de capacidade cognitiva
    • Vitamina D pode diminuir risco de mal de Parkinson


    Um novo estudo indicou que pessoas com níveis elevados de vitamina D podem ter menor risco de desenvolver doença de Parkinson. O trabalho foi publicado na edição de julho dos Archives of Neurology.

    O papel da vitamina D na saúde óssea é conhecido, mas estudos anteriores apontaram a relação também com problemas como diabetes, doenças cardiovasculares e câncer.

    Paul Knekt, do Instituto Nacional para Saúde e Bem-Estar da Finlândia, e colegas acompanharam 3.173 homens e mulheres com idades entre 50 e 79 anos e que não tinham diagnóstico de Parkinson no início do estudo, entre 1978 e 1980.

    Os participantes completaram questionários e foram submetidos a entrevistas sobre aspectos de saúde e socioeconômicos. Também foram examinados e forneceram amostras de sangue para análise.

    Em um período de 29 anos, até 2007, os pesquisadores observaram que 50 dos participantes desenvolveram a doença de Parkinson. Após serem feitos os ajustes para fatores potencialmente relacionados (como atividade física e índice de massa corporal), os indivíduos no grupo com níveis mais elevados da vitamina D apresentaram 67% menos risco de desenvolver a doença do que o grupo com menores níveis. Os participantes haviam sido divididos em quatro grupos com relação aos níveis da vitamina.

    “Apesar dos níveis baixos de vitamina D em geral na população estudada, uma relação de dose e resposta foi encontrada. O estudo foi conduzido na Finlândia, onde há exposição restrita à luz solar e, portanto, tem como base uma população com níveis continuamente baixos da vitamina”, disse Knekt.

    “De fato, o nível médio da vitamina D na população estudada é cerca da metade do nível considerado ideal, de 75 a 80 nanomoles por litro. Os resultados do estudo são consistentes com a hipótese de que uma deficiência crônica de vitamina D é um fator de risco para Parkinson”, destacou.

    Segundo os pesquisadores, os mecanismos pelos quais os níveis da vitamina podem afetar o desenvolvimento da doença são desconhecidos, mas o nutriente exerce um efeito protetor no cérebro por meio de atividades antioxidantes, da regulação de níveis de cálcio, da desintoxicação, da modulação do sistema imunológico e da melhoria na condução de eletricidade nos neurônios.

    “O estudo reúne os primeiros dados promissores em humanos que sugerem que um estado inadequado de vitamina D está associado com o risco de desenvolver Parkinson, mas outras pesquisas são necessárias, tanto básicas como clínicas, para elucidar o papel, mecanismos e concentrações exatas”, disse Marian Leslie Evatt, da Universidade Emory, nos Estados Unidos, em editorial na revista sobre o estudo.

    Fontes:
    Estadao: Vitamina D pode diminuir risco de mal de Parkinson 
    BBC: Low vitamin D levels 'linked to Parkinson's disease' 
    Estudo:Archives of Neurology: Is There a Role for Vitamin D in Park...
    BBC:Sunbathing ups men's testosterone
    Estudo: Association of vitamin D status with serum androgen levels ...
    Estudo (Journals of Gerontology): Vitamin D Is Associated With Cogn...
    http://www.anovaordemmundial.com/2010/07/novos-estudos-sobre-vitami...

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    domingo, 24 de novembro de 2013

    Ginseng vermelho coreano pode tratar impotência
    Sexta, 25 de outubro de 2002, 08h45


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    O ginseng vermelho coreano, planta considerada afrodisíaca em alguns países asiáticos, parece ser um tratamento eficaz contra disfunção erétil, segundo um estudo coreano.
    Em algumas culturas asiáticas, o ginseng é usado para estimular o vigor sexual, mas a eficácia da planta foi avaliada apenas em poucos estudos. Por isso, a equipe da Universidade de Ulsan e do Instituto de Pesquisa sobre Tabaco e Ginseng da Coréia, em Seul, analisou 45 homens com disfunção erétil que usaram ginseng vermelho coreano.
    Os homens foram designados aleatoriamente para usar 900 miligramas de ginseng ou placebo, três vezes ao dia. Após oito semanas, os participantes suspenderam o tratamento por 15 dias e trocaram os regimes por mais oito semanas. Os voluntários e pesquisadores não sabiam quem usava placebo ou ginseng.
    Os índices de função erétil, desejo sexual e satisfação durante a relação foram maiores quando os homens usavam ginseng, informaram os pesquisadores na edição de novembro do Journal of Urology.
    Os pacientes relataram maior capacidade de atingir e manter uma ereção quando tomavam ginseng. Enquanto 20 por cento do grupo do placebo disseram que as ereções melhoraram, este índice foi de 60 por cento no grupo do ginseng.
    "Como alguns pacientes com disfunção erétil relutam em depender de uma droga para obter uma ereção, o ginseng vermelho coreano poderia ser usado como um remédio alternativo", concluiu a equipe.
    O estudo não avaliou o mecanismo de ação na melhora da função erétil, mas os pesquisadores acreditam que a planta poderia estimular a produção de óxido nítrico, substância que ajuda a dilatar os vasos sanguíneos. Eles não acreditam que os possíveis benefícios do ginseng tenham como origem mudanças hormonais, pois não há efeitos significativos sobre os níveis de testosterona.
    Apesar das aparentes melhoras obtidas com o ginseng, os pesquisadores não detectaram nenhuma melhora no fluxo sanguíneo no pênis durante o uso do produto. Além disso, a maioria dos voluntários que relataram melhora na função erétil não teve aumento na frequência de ejaculações ou maior satisfação no orgasmo, informou o artigo.
    O Instituto de Pesquisa sobre Tabaco e Ginseng da Coréia forneceu o produto usado no estudo.
    Para Franklin C. Lowe, diretor do departamento de urologia do Hospital Roosevelt-St. Luke's, em Nova York, o estudo é "interessante". Lowe preside a comissão de medicina alternativa da Associação Americana de Urologia.
    Ele disse à Reuters Health que o estudo parece não ter incluído pacientes com impotência significativa. Ele lembrou ainda que a amostra não incluiu vários tipos de vítimas de impotência, como pacientes submetidos à retirada da próstata como parte do tratamento contra câncer ou pessoas com histórico de alcoolismo.
    "Ficamos em dúvida sobre que tipo de população impotente eles estão tratando", disse Lowe.
    Ele destacou que o ginseng vermelho coreano usado no estudo não é o mesmo encontrado nos Estados Unidos como ingrediente de bebidas e outros produtos. "Há uma grande variação nos suplementos herbais", disse Lowe, ao acrescentar que não há como saber, a partir do estudo, qual é a consistência dos suplementos usados no trabalho.
    Em relação a efeitos colaterais, o especialista explicou que o ginseng pode interferir com a varfarina, droga usada para reduzir a viscosidade do sangue, como informado pelos autores da pesquisa. Além disso, há preocupações com a possibilidade da planta afetar os níveis dos hormônios androgênios, disse o pesquisador.
    Reuters Health

    sexta-feira, 22 de novembro de 2013

    Gergelim: ótimo para memória e coração



    O  gergelim (Sesamum indicum L.), também conhecido como sésamo, contém uma grande variedade de princípios nutritivos de alto valor biológico, como gorduras insaturadas (eficientes na redução do nível de colesterol no sangue) e lecitina, que desempenha importante função no nosso organismo.

    O gergelim é, juntamente com a soja, o vegetal mais rico em lecitina.

    A lecitina é um componente essencial do tecido nervoso e intervém na função das glândulas sexuais. É um poderoso emulsificante, que facilita a dissolução das gorduras em meio aquoso.
    Uma das suas funções no sangue consiste em manter dissolvidos os lipídios em geral, especialmente o colesterol, evitando assim que se depositem nas paredes das artérias.

    O gergelim também contém proteínas de alto valor biológico, formadas por 15 aminoácidos diferentes, com elevada proporção de metionina; vitaminas, especialmente E, B1 e B2; minerais e oligoelementos diversos, especialmente cálcio, fósforo, ferro, magnésio, cobre e cromo; e mucilagens, que dão ao gergelim ação laxante suave.

    O óleo de gergelim é rico em ácidos graxos insaturados e apresenta vários constituintes secundários importantíssimos, como sesamina, sesamolina sesamol.
    Este último, com suas propriedades antioxidantes, confere ao óleo elevada estabilidade química, evitando a rancificação, fazendo do óleo de gergelim o óleo de maior resistência à oxidação entre os demais óleos de origem vegetal.


    MODO DE USAR O GERGELIM

    Óleo de gergelim

    Pode ser usado como qualquer outro óleo vegetal. É muito estável e pouco sujeito a criar ranço.

    Tahine

    É uma pasta muito saborosa que se obtém moendo as sementes de gergelim. Substitui com vantagem a manteiga e a margarina.

    Gersal

    É uma farofa de gergelim que serve para "temperar" o arroz antes de servir. Para fazer o gersal, torre o gergelim lavado e seco. Depois de frio, bata levemente no liquidificador com sal. Para cada dez partes de gergelim, acrescente uma de sal.

    Creme de legumes com gergelim

    Prepare um creme delicioso com gergelim.

    Doure uma cebola grande com um pouco de óleo. Em seguida, acrescente vegetais cortados em pedaços grandes (cenoura, jerimum, chuchu, couve, batata...) e um pouco de água. Deixe cozinhar por uns sete minutos. Liquidifique em seguida, adicionando uma colher de sopa de gergelim bem lavado e higienizado. Se ficar muito grosso e difícil de bater, adicione mais água. Use sal a gosto ou tempere com shoyu antes de servir.


    OUTRAS FORMAS DE USO

    Nos países do Oriente, o gergelim é considerado um restaurador da vitalidade e da capacidade sexual, além de ser usado nos casos de:

    Problemas nervosos: esgotamento nervoso ou mental, estresse, perda de memória, melancolia, depressão nervosa, irritabilidade ou desequilíbrio nervoso, insônia. É um excelente complemento nutritivo para quem está submetido a uma grande atividade mental ou intelectual e deseja manter um bom rendimento.

    Sobrecarga física: prática esportiva, gravidez, lactação, convalescença após intervenções cirúrgicas ou doenças.

    Falta de rendimento ou de capacidade sexual tanto no homem quanto na mulher.

    Excesso de colesterol no sangue, arteriosclerose, prevenção do infarto do miocárdio e da trombose arterial.


    Observação: Algumas informações aqui contidas foram retiradas de: 
    http://www.aboissa.com.br/gergelim/gergelim2.htm.