quarta-feira, 11 de junho de 2014

Maca Peruana, o que é, benefícios, tudo o que você quer saber

 

Olá, hoje vamos falar sobre a maca peruana, uma restauradora da libido e que funciona para melhorar até sua auto-estima.


 A planta Maca (Lepidium peruvianum – Lepidium meyenii) é uma erva medicinal também conhecida como Maca-Andina,Maca-Peruana, Peruvian Maca, Maca lepidium, Planta Maca, Maca Powder Maca Ginseng, dentre outros nomes populares. É uma planta que se assemelha a um nabo e cresce nas montanhas andinas do Peru. A raiz da planta é seca e utilizada em pó há mais de dois mil anos para combater a fadiga e agir como um estimulante sexual, apesar de que diretamente não age no sistema nervoso central. Não contém cafeína, como guaraná e café, por isso não afeta o sistema nervoso central.

A Maca-Andina é basicamente um alimento muito rico em nutrientes e é vendida como um suplemento nutricional. Recentemente, A planta ganhou popularidade como uma erva afrodisíaca para aumentar a libido, vigor e desejo sexual. A raiz é um alimento muito nutritivo, repleto de vitaminas, esteróis de plantas, muitos minerais essenciais, aminoácidos e gorduras saudáveis. Tradicionalmente, tem sido usada por proporcionar uma variedade de benefícios à saúde. Tanto homens como mulheres têm relatado aumento significativo no libido e desejo sexual, aumento de energia, vigor e sensação de bem-estar geral. Algumas mulheres relataram bons resultados para aliviar os sintomas da TPM e menopausa.

Além de melhorar a fertilidade, a Maca-Andina também parece possuir propriedades que estimulam a produção de hormônios pelo organismo. Isto a torna útil no tratamento de deficiências hormonais, sendo talvez a melhor alternativa natural para injetar hormônios externos no corpo.

Vários homens relataram ereções mais fortes e que ao mesmo tempo duravam por maiores períodos, melhorando o prazer sexual. No Peru, muitos homens e mulheres usam a planta para melhorarem a sua vida sexual. A erva está ficando cada vez mais popular em todo o mundo, particularmente nos os EUA, Europa e Japão como um suplemento dietético para reforçar a vitalidade.

Os conquistadores espanhóis, por recomendação dos nativos, começaram a utilizar a planta após perceberem que a reprodução de animais havia ficado abaixo da média nas montanhas. Após iniciarem o uso, constataram que a fertilidade dos animais aumentou após comerem a planta Maca. Recentemente a planta ganhou publicidade mundial após alguns estudos apontarem que a erva pode aumentar a resistência do sexo masculino durante o ato sexual.

A raiz da planta tem uma longa história de uso sem problemas de toxicidade. Ao contrário de ervas medicinais que podem ter vários efeitos negativos quando usadas indevidamente, esta não temtoxicidade conhecida, sem contar que faz parte da dieta diária de muitos peruanos nativos desde antes da chegada dos conquistados espanhóis. Pesquisadores concluíram que a planta não tem potencial de toxicidade, podendo considerar o seu uso a longo prazo como suplemento alimentar.

A erva não possui restrições de uso durante a gravidez. Na verdade, A Maca-Peruana mantém os níveis de progesterona alta e os hormônios em equilíbrio, o que é benéfico para uma mulher grávida que está em seu primeiro trimestre de gestação. A grande quantidade de sais minerais, aminoácidos e vitaminas na raiz também a tornam um suplemento pré-natal nutricional.

Alguns efeitos colaterais podem ocorrer ao iniciar o uso do pó de Maca Peruana, vez que podem ocorrer sintomas de desintoxicação, principalmente em pessoas acostumadas a consumir somente alimentos processados e cozidos. Pessoas com qualquer condição de doenças crônicas, doenças hepáticas (como insuficiência hepática, cirrose ou hepatite), doenças renais (como insuficiência renal) e alergias (alergias a alimentos, corantes e conservantes) só devem utilizar a maca com recomendação médica.

A dosagem da planta no fitoterápicos pode afetar a eficácia da erva. Os produtos à base da erva, principalmente os que são vendidos como estimulantes sexuais podem conter alguma combinação de diferentes ingredientes ativos, dos quais alguns podem não ser tão seguras. Se pode comprar a Maca-Peruana comumente em forma de cápsulas (Maca cápsulas) ou em pó (Maca em Pó).


MACA
« propriedades »

· AUMENTA O RENDIMENTO FÍSICO E MENTAL.
· REVITALIZA AS CÉLULAS CEREBRAIS FAVORECENDO O INTELECTO, A CONCENTRAÇÃO E A MEMÓRIA.
· DIMINUI O STRESS OCASIONADO PELOS EXCESSOS DA VIDA MODERNA E A ACUMULAÇÃO DE FADIGA.
· REACTIVA OS PROCESSOS METABÓLICOS CELULARES, FAVORECE A REVITALIZAÇÃO E A CAPACIDADE DE RECUPERAÇÃO DO ORGANISMO.
· FORTIFICA O SISTEMA ENDÓCRINO E ESTIMULA DE MODO NATURAL A PRODUÇÃO DE HORMONAS SEXUAIS FEMININAS E MASCULINAS (TESTOSTERONA E PROGESTERONA) O QUE MELHORA O LIBIDO, PERMITINDO ASSIM O COMBATE EFICAZ À DIMINUIÇÃO DO DESEJO, DA POTÊNCIA SEXUAL, BEM COMO OS EFEITOS NEGATIVOS DA MENOPAUSA.

A MACA NÃO É UM MEDICAMENTO
A raíz da Maca não é um medicamento; é um alimento nutritivo energetico e fortificante.
É fortemente recomendada para todos os estados de carência que necessitam de aportes suplementares de energia e de substâncias nutritivas: má nutrição, em todos os estados de cansaço, fadiga, astenia, perca de desejo sexual e desinteresse, por cansaço.
As mulheres e os homens de meia idade já notam grandes diferenças, com a toma diária de 2 a 3 colheres durante 3 meses, pelas melhorias evidentes no bem estar geral e afectivo.
As pessoas entre os 50 e 65 anos são os consumidores por excelência da Maca por diversas razões.
A Maca é um produto 100% natural, não tóxico, e sem qualquer efeito secundário indesejável.
A farinha de Maca pode ser misturada em pequenas quantidades(20 a 25 %) na confecção
de pão,bolos,na sopa,no leite e nos sumos de fruta.

A MACA é a alternativa 100% Natural ao Viagra !!

O SEGREDO DOS INCAS—RESISTÊNCIA FÍSICA E CONFORTO SEXUAL

Composição nutricional da parte comestível
por 100gr de matéria seca


CALORIAS ———————–302 cal
POTÁSSIO————————1.9 mg
MAGNESIO-----------------------73.3 mg
SÓDIO——————————26.6 mg
PROTEÍNAS———————–13.0 gr
FIBRAS——————–———3.0 gr
GORDURA-------------------------- 0.2 gr
CÁLCIO————————— 685 mg
FÓSFORO———————–---183.0 mg
FERRO————————–----34.8 mg
VITAMINA C ——————–-3।10 mg
VITAMINA B1——————–1.20 mg
VITAMINA B2——————–1.41 mg
VITAMINA B6——————–1.14 mg
VITAMINA B12—————–- 1.30 mg

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Proposta prevê estágio obrigatório para alunos de medicina no SUS
 
Mariana Tokarnia - Repórter da Agência Brasil Edição: Carolina Pimentel 
         
Os estudantes de medicina terão de fazer estágio obrigatório no Sistema Único de Saúde (SUS). O estágio será na atenção básica, em urgência e emergência, e corresponderá a pelo menos 30% da carga horária prevista para o internato da graduação. Além disso, os alunos passarão a cada dois anos por avaliação obrigatória e classificatória para programas de residência médica. Essas são algumas das mudanças curriculares apresentadas hoje (26) pelo Conselho Nacional de Educação (CNE).
No documento apresentado nesta quarta-feira, o CNE estabelece seis anos para a graduação, descartando as possibilidades apresentadas inicialmente pelo governo de que o curso tivesse a duração de oito anos.
A reformulação das diretrizes curriculares faz parte da Lei 12.871/2013, que instituiu o Programa Mais Médicos, no ano passado. O CNE ainda está recebendo as últimas sugestões e têm um mês para apresentar a
versão definitiva ao Ministério da Educação (MEC).  As diretrizes atuais foram definidas em 2001.
Pelas novas diretrizes, 35% da carga horária da graduação deverão ser voltadas à prática. Dessa carga, 30% serão no SUS. O restante da carga horária deverá incluir clínica médica, cirurgia, ginecologia-obstetrícia, pediatria, saúde coletiva e saúde mental. Quanto à avaliação dos alunos, será nacional, sob a responsabilidade do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
As diretrizes estipulam também uma maior articulação com a residência médica, que terá como prioridade o atendimento no SUS. A partir de 2018, a residência deverá ser universalizada, ofertada a todos os egressos de 2017.
Os cursos de medicina em funcionamento terão prazo de um ano para implementar as diretrizes às turmas abertas, após a publicação das mudanças. Os estudantes matriculados, antes da vigência das novas regras, poderão graduar-se conforme as diretrizes de 2001 ou optar pelas novas, dependendo da instituição.
A expectativa, com o Mais Médicos, é a abertura de 11.447 vagas em cursos de medicina até 2017 — sendo 3.615 em universidades federais e 7.832 em instituições particulares. Na residência, para a universalização, deverão ser ofertadas 12.372 novas vagas.
Presente na reunião de apresentação das diretrizes, a coordenadora-geral da Direção Executiva Nacional dos Estudantes de Medicina, Monique França, disse que falta detalhamento das novas propostas, como, por exemplo, de que forma as aulas práticas serão melhoradas, e que devem ser levadas em consideração as especificidades de cada região do país.
A estudante também fez críticas à avaliação nacional. Segundo ela, uma única prova para todo o país não irá abordar aspectos regionais, e, sendo obrigatória e pré-requisito para a residência, poderá prejudicar os estudantes e levar ao ranqueamento das instituições avaliadas. "As atuais diretrizes foram discutidas por quase uma década, essas em 180 dias", ressaltou, dizendo que poucas propostas dos estudantes foram acatadas.
As escolas de medicina também fizeram considerações sobre a avaliação dos estudantes. A presidenta da Associação Brasileira de Educação Médica (Abem), Janete Barbosa, destacou a importância das avaliações institucionais. "As especificidades das instituições devem ser levadas em conta. Isso é importante para que as escolas saibam onde se encontram mais fortes e mais frágeis e possam buscar apoio nesse sentido". Para Janete, o processo de implementação das novas diretrizes é "longo, estamos trabalhando com a formação, com valores".   
O pesquisador e professor de pós-graduação do Instituto Sírio-Libanês de Ensino e Pesquisa José Lúcio Machado comparou a avaliação ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) - usado como vestibular nacional para ingresso no ensino superior - e disse que considera a iniciativa um avanço na entrada para a residência médica.
O secretário de Educação Superior e presidente da Comissão Nacional de Residência Médica, Paulo Speller, acredita que o fato de os estudantes terem de permanecer mais tempo atendendo pelo SUS forçará o sistema a se preparar para receber os alunos e profissionais. "Será necessária a infraestrutura adequada para o cenário de prática. Só podemos expandir as vagas nos novos cursos se tivermos como base uma infraestrutura adequada", disse.
A criação de vagas nas particulares, que terão a maior parcela, por meio de editais foi alvo de
críticas das instituições privadas.
Atualmente, o Brasil tem uma média de 1,8 médico por mil habitantes. Com o Mais Médicos, o objetivo é chegar a 2,7 médicos por mil habitantes em 2026, além da distribuição desses profissionais por áreas com déficit de médicos.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

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sábado, 4 de janeiro de 2014